as explicações de Lobo Xavier ainda vão terminar com a Quadratura do Circulo

é que explicou a cada um o seguinte:

a) a Carlos Tavares que não, o alargamento do prazo de reembolso dos empréstimos a Portugal não era a mesma coisa, como julgava Tavares, que o alargamento do prazo de consolidação orçamental defendido pelo PS;
b) a António Costa que não, que a emissão de dívida foi no mercado primário, devendo-se o bom desempenho à confiança no governo português, e não à geral descida de juros no mercado secundário;
c) e a Pacheco Pereira que não, que os investidores estrangeiros que tomaram as obrigações não eram portugueses, nem sobretudo bancos, e que não, não podem contar com o apoio do BCE, que não os recomprará. Pelo que não, o sucesso da emissão de dívida se deve não ao respaldo do BCE mas à credibilidade do governo português. (do Corta-Fitas)

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