como calcular o imposto extraordinário



as tabelas de retenção publicadas não contemplam a cobrança do imposto extraordinário de 3,5 por cento. no entanto, não se deve somar os 3,5% à taxa de retenção que se aplica a cada caso.
este imposto será cobrado à parte. 
pode calculá-lo da seguinte forma: 

1 subtraia ao seu rendimento bruto mensal o valor do salário mínimo mensal (485 euros);
2 depois, desconte as contribuições para a Segurança Social ou para os subsistemas legais de saúde,    bem como as retenções na fonte para 2013;
3 aplique a sobretaxa de 3,5% ao valor final.

por exemplo, para um solteiro, sem filhos, com um salário bruto de 1000 euros e que não opte pelo pagamento em duodécimos de metade dos subsídios, o imposto extraordinário mensal será de 9,45 euros = (1000 – 485 – 110 – 135) x 3,5%.

NOTA: as taxas de IRS são progressivas, ou seja, só se paga 37% de imposto sobre o rendimento que ultrapassasse os 20 mil euros. além disso, o “encaixe” nos escalões é feito com base no rendimento coletável – ao rendimento bruto subtrai-se a dedução específica da sua categoria de rendimentos. 
por exemplo, 

para um rendimento de 22.000,00 euros são retirados 4104 euros, a dedução específica do trabalho por conta de outrem (categoria A). o rendimento do sujeito a imposto ou coletável é de 17 896 euros, pelo que a taxa a aplicar é de 28,5%. assim, os 3,5% serão aplicados sobre 11 106 euros (aos 17 896 euros subtraem-se 6790 euros), o que resulta num imposto adicional de 389 euros. como já reteve 3630 euros ao longo do ano e ainda terá de pagar mais157 euros, no total suportará 4176 euros de IRS  (exemplo DECO). 

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