Ryanair obrigada a reembolsar passageiros devido à erupção do vulcão em 2010

é uma decisão inédita e que abre portas a que outros passageiros exijam o mesmo de outras companhias aéreas.

foi decidido que a Ryanair deveria ter fornecido "gratuitamente, em proporção razoável com o tempo de espera, bebidas, refeições e, sendo caso disso, alojamento em hotel, transporte entre o aeroporto e o local de alojamento e disponibilizar-lhes meios de comunicação com terceiros".

em contrapartida, não há lugar à indemnização cumulativa prevista, nos casos em que o cancelamento do voo ou a inexistência de lugar (devido a "overbooking") se deve à responsabilidade das transportadoras.

esta leitura mais fina da legislação comunitária arrisca-se a abrir uma corrida ao pagamento de custos incorridos pelos muitos milhares de passageiros afectados pelo vulcão islandês. (desde Abril de 2011 que a Ryanair cobra uma taxa específica para financiar os custos que assumiu pela prestação de assistência aos passageiros cujo voo foi cancelado em consequência da erupção do vulcão...)

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