Sócrates, notas sobre uma 'narrativa' e um 'embuste'


1 há uma 'narrativa' e um 'embuste' no actual discurso sobre o governo passado (duas palavras que ficam agora vedadas a Seguro);

2 não se arrepende de nada, só de formar, em 2009, um governo minoritário (como se nós nos tivéssemos esquecido que ele quis efectivamente isso. pudesse Basílio Horta falar...);

3 Cavaco conhece, mas não cumprimenta. António Borges cumprimenta, mas não conhece;

4 a «austeridade» não é uma fatalidade provocada pelo passado, mas uma opção livre do actual governo (tudo se resolve deixando de "cavar");

5 o deficit de 2010 foi mais do dobro da media europeia, "mas o que é que queriam que eu fizesse com a crise mundial?";

6 quanto as PPP: compara os números de 2005 sem as receitas de portagens, e as de 2012...com as portagens (há um estudo interessante da Ernst & Young que fala em cerca de 10 mil milhões líquidos que vamos pagar em 10 anos...);

7 precisa de corrigir alguns trejeitos de irritação após o que ninguém o bate (estou a brincar. está muito bem assim. o Paulo e o Vitor aceitam ser mal tratados e humilhados);

8 e por fim, um lapsus linguae notável: na época, “eu, como todos os países da Europa…”;

1 comentário:

  1. E parece-me que fomos bem enrabados (perdoe-me o francês). No meu café são muitos os maravilhados.

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