o que está na calha para as pensões de reforma


um "Cocktail" de soluções, diz o Negócios de hoje. mas a ideia principal já se percebeu: é preciso uma poupança equivalente à da contribuição extraordinária de solidariedade (CES) que valerá 856 milhões de euros (segundo a UTAO).

iremos ter uma taxa retroactiva sobre pensões, em particular às atribuídas antes de 2008 (a geração de pensionistas que se reformou de 2008 em diante, e já está a suportar o factor de sustentabilidade que em 2013 cortou quase 5% às novas pensões). o factor apenas deverá incidir sobre pensões de 1.000 euros em diante. 

e as pensões passarão a variar todos os anos em função da evolução de um conjunto de indicadores (que poderá ser representada por um indicador como o PIB, o PIB per capita ou as remunerações médias) e à relação entre os descontos dos trabalhadores no activo e as pensões em pagamento (um rácio de suporte activos-reformados), com salvaguardar valores mínimos de pensão.

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