como Portugal evoluiu durante a troika



apesar das inúmeras tentativas da esquerda, nenhuma alternativa política se afirmou. como escreveu Rui Ramos, n' Observador, "apostar em mais investimento público, introduzir eurobonds, renegociar a dívida, sair do euro, lixar a troika, mutualizar a dívida ou optar pela insubordinação. Tudo isto se discutiu, foi alvo de debates ou motivou manifestos. E, concordando-se ou não, facto é que nenhuma destas propostas reuniu consensos, em Portugal ou na Europa. A realidade é esta: os três anos do programa de ajustamento foram três anos de ausência de alternativas políticas". como ficamos, num interessante trabalho, do mesmo jornal, aqui.

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