histórias de arrepiar ( e para fazer pensar)




1) uma menina muçulmana, de 14 anos, que vivia em Ceuta e um dia deixou aos seus pais apenas a seguinte mensagem: Papá...Mamá... Me voy. Me voy al paraíso. tem 14 anos, é espanhola e, sim, ia a caminho da jihad. ¿Cómo una niña española de 14 años decide ir a pelear la yihad convencida de que va al paraíso? a pergunta é do El Mundo...

2) uma outra história é a Kokito, um marroquino que vivia não longe da menina de Ceuta, em Castillejos, uma localidade junto à fronteira com a praia de El Tarajal. António Araújo conta a sua história – e mostra algumas das suas horripilantes fotografias – no blogue Malomil. aí ficamos a saber que foi até à Síria, para onde chamou a sua noiva e aí lhe ofereceu um cinto com explosivos. Costuma fazer-se fotografar rodeado de cabeças decapitadas. A história original veio no El Pais.

3) e, por fim, a história de Un yihadista australiano del Estado Islámico fotografía a su hijo con la cabeza decapitada de un soldado sirio. o fanático chama-se Jaled Sharruf e na Austrália as imagens estão a ser condenadas como “bárbaras”. o governo australiano emitiu um mandato de captura. ele e a sua família continuam na Síria....sob a proteção do novo “califado” ( o tal que um dia se deveria estender a todas as terras que já foram muçulmanas, de Lisboa ao Afeganistão, do norte de Moçambique às portas de Viena (o mapa que anda a ser difundido nas redes sociais).

ADENDA:
um jornalista palestiniano, Medyan Dairieh, fez em Raqqa, a cidade do norte da Síria que o o grupo que se auto-intitula Estrado Islâmico controla desde o ano passado, esta reportagem: um vídeo de 44 minutos, aqui referida pelo Irish Times e pode também ser vista noTouTube. tem algumas imagens chocantes – cabeças decapitadas espetadas em postes, um homem crucificado – mas apresentadas de forma suportável, sendo que o essencial da reportagem é composto por conversas com militantes do ISIS. é um trabalho muito revelador que deve ser visto com atenção.

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