25 de janeiro


nunca ninguém acreditou nos remédios para a Grécia, nem na possibilidade do país pagar alguma vez a sua dívida. agora vamos a eleições com os radicais do Syriza a ameaçarem tudo (menos o capitalismo de pedir mais dinheiro emprestado). caso vençam - e as intenções de voto apontam acima de 20% - será, por certo, um bom teste para o novo PS perceber qual o melhor caminho a seguir. mas há mais eleições europeias a caminho e o 2015 ainda agora começou...

NB- entretanto, os bancos gregos estão a ser esvaziados obrigando o BCE - nós - a "cobrir". depois, iremos dialogar com o Syriza sobre um perdão de dívida.

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