merece a nossa esperança


não são raros os elogios à sua competência e afabilidade, da esquerda à direita. a redução em cerca de 1,5 mil milhões numa dívida da Saúde estimada em 3,2 mil milhões, o aumento de clínicos ao serviço (ninguém contratou mais gente que o seu ministério), o aumento de 1,5 milhões de pessoas isentas de taxas moderadoras relativamente a 2011 e o actual acordo para o medicamento da hepatite C, num investimento pessoal de mais de um ano e a pagar só em caso de sucesso, merece mais do que o nosso respeito, a nossa esperança.

ADENDA: agora que estamos todos mais calmos, valerá a pena ler este texto já com mais de dois anos, escrito para a revista XXI, Ter Opinião, da Fundação Francisco Manuel dos Santos – Racionamento em Saúde: Inevitável realidade – Contenção da despesa em tempos de escassez

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