o homem que não existe


Espanha tem o seu Podemos. A Grécia tem o seu Syriza. Nós não temos nada? Temos, temos. Segundo o bem-humorado Vasco Pulido Valente, no Público de hoje, temos O homem que não existe:

“O sr. Sampaio da Nóvoa, à sua maneira, anuncia o fim da ordem democrática que nasceu em 25 de Novembro de 1975. Nunca antes uma personagem do regime (e muito menos uma dúzia de “senadores”) nos tinha sugerido que votássemos numa criatura que não existe. O sr. Sampaio da Nóvoa, aos 60 anos, não pode apresentar um único acto político de consequência. Teoricamente, é igual votar nele ou votar num boneco fabricado pelos partidos, excepto que o boneco talvez fosse mais modesto e mais consciente do seu embaraçoso estatuto. Só um país sem espécie de vergonha levaria esta fantochada a sério.”

Sem comentários:

Enviar um comentário