recomendação

leiam o ensaio de António Barreto Em defesa de uma Constituição positiva e simples. Deputado constituinte eleito pelo PS, o sociólogo divide o seu texto em quatro partes, começando por nos explicar por que considera que a Constituição de 1976 é “uma obra-prima” e acabando a defender a necessidade da sua revisão, uma revisão em que, contudo, não acredita. Eis um dos seus argumentos centrais:
A nossa vida de todos os dias, as soluções para os problemas dos portugueses e a actividade livre dos cidadãos deveriam depender da governação e da legislação corrente, não da Constituição. Esta não se pode substituir à acção, à administração, à criatividade e à liberdade.

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