Em terra de faraós, democracia nem vê-la



É facto consumado que houve falsa partida na "Primavera árabe". Depois dos processos políticos conturbados na Tunísia, dos desastres na Líbia e na Síria, no Egipto temos, agora, a condenação à morte de Mohammed Morsi (e de outros cem) porque ganhou eleições e pretendia instaurar um Estado egípcio regulado pelo Islão. Pelos vistos, ninguém queria isso apesar de votarem nele...

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