As estatísticas do INE

De uma forma geral, elas fizeram sorrir o Governo e não agradaram à oposição, que foi ao ponto de fazer críticas que obrigaram a direcção do Instituto, cuja independência nunca ninguém pôs em causa, a sair em defesa das suas metodologias: INE responde aos partidos: “Estatísticas são isentas e fiáveis”Os relatórios de que tanto se falou, directamente da fonte:

Alexandre Homem Cristo recomenda, a propósito, que Esqueça os cartazes, dr. António Costa e olhe para o que os seus deputados têm vindo a dizer nas últimas semanas, pois eles “dramatizaram a situação actual do país, esforçando-se para transformar em más as boas notícias. No fundo, fingiram que o contexto é óptimo e que não houve troika nem um programa de assistência financeira. Que o desemprego não está a diminuir (…) e que a criação de emprego não está a aumentar. Que a economia está em queda quando, finalmente, está a crescer (…). No fundo, fingiram que só o Dr. António Costa poderá melhorar o que, afinal, tem melhorado sem o seu contributo. E, porque essa mensagem não faz sentido, sujeitaram-se a serem postos no sítio pelo secretário-geral da UGT.“ E tem razão. 

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