Consultas on-line, não obrigado!


Os advogados não se podem prestar a consultas on-line, gratuitas ou não, porque tal prática caracteriza mercantilização, captação e desrespeito ao princípio do sigilo profissional. É esta conclusão do Parecer nº 50/PP/2014 que informa que "o sítio da Internet tal qual se encontra descrito, não respeita a dignidade do exercício da profissão e a relação do Advogado com o Cliente e viola regras deontológicas essenciais (o dever de diligência na apreciação da consulta, o dever de evitar o conflito de interesses, de verificar a veracidade da identificação do cliente e a proibição de fixação de um valor a priori pela prestação do serviço)".

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